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Limpar,
tonificar, esfoliar e hidratar são os novos vocábulos do léxico masculino.
Mas precisarão eles dos mesmos cuidados? De facto, há diferenças, sobretudo a
nível da pele. A masculina é naturalmente mais oleosa, mais seborreica e com
tendência para a acne.
Daí que seja mais susceptível à contaminação. Com o tempo, as células mortas
acumulam-se em torno da região das orelhas, do peito e das costas, abrindo
caminho a um campo de infecções importante.
A pele masculina também é mais resistente do que a feminina, demorando mais a
denunciar as linhas de expressão. Menos delicada ao toque, necessita de ser
esfoliada para adquirir suavidade.
O acto constante de barbear deixa vestígios esteticamente desagradáveis: os
pêlos encravados - ou foliculite - requerem um peeling semanal, que, além
disso, elimina as células mortas e o excesso de oleosidade.
É bem verdade que os homens não sofrem o drama da celulite, mas em
contrapartida a calvície deixa-os à beira de um ataque de insegurança. Em
matéria de estética, ficar careca é o grande medo deles.
Mas é preciso que se tranquilizem: já há tratamentos. Quando a desertificação
capilar ainda vai no início, há medicamentos de uso oral à base de finasteride
que ajudam a travar o processo, mas devido aos seus efeitos colaterais devem
ser sempre aconselhados por um profissional de saúde.
Quando as clareiras são demasiado visíveis, então a solução passa pelo
microtransplante folicular, uma técnica de implante que não deixa vestígios. |